Líder da UNITA lembra aos políticos que o temor a Deus não combina com roubo, engano e opressão
O líder da UNITA, Adalberto Costa Júnior defendeu, este domingo, que o exercício da actividade política deve estar associado a princípios éticos, morais e espirituais, considerando que um político verdadeiramente temente a Deus não deve usar o poder para prejudicar os cidadãos.
Numa mensagem de reflexão espiritual publicada na sua página oficial do Facebook, o dirigente político afirmou que a fé deve reflectir-se nas práticas de quem exerce funções públicas, sobretudo na forma como administra o poder e se relaciona com o povo.
“O político verdadeiramente temente a Deus não rouba, não engana, não oprime nem usa o sofrimento do povo como instrumento de poder”, afirmou.
A declaração surge num contexto em que questões relacionadas com a governação, a corrupção, a pobreza e as condições sociais da população continuam a marcar o debate político nacional.
Na sua reflexão, o líder da UNITA associa, assim, a responsabilidade política à consciência espiritual, defendendo implicitamente que o poder público deve ser exercido com integridade e respeito pela dignidade dos cidadãos.
A mensagem dominical rapidamente ganhou espaço no debate público, sobretudo pela forma directa como relaciona a conduta dos governantes com os valores da fé e da responsabilidade perante a sociedade.
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Romão de Jesus
Redactor do Elite Post · 16 de Agosto de 2026
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