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Política

Dirigente da UNITA em França propõe criação de Parlamento Estudantil para dar voz à juventude na construção do futuro de Angola

Romão de Jesus 06 de Junho de 2026 2 min de leitura (estimado)
Dirigente da UNITA em França propõe criação de Parlamento Estudantil para dar voz à juventude na construção do futuro de Angola
Dirigente da UNITA em França propõe criação de Parlamento Estudantil para dar voz à juventude na construção do futuro de Angola

O dirigente da UNITA em França, Ndinga de Deus, defendeu a criação de um Parlamento Estudantil em Angola, uma iniciativa que visa reforçar a participação dos jovens nos debates sobre os grandes desafios nacionais e aproximá-los dos processos de tomada de decisão política.

A proposta surge na sequência de uma reflexão sobre o papel da juventude no desenvolvimento do país e pretende instituir um espaço democrático de discussão, onde estudantes possam debater temas ligados à governação, educação, saúde, segurança pública, empregabilidade juvenil, infraestruturas e desenvolvimento sustentável.

Segundo Ndinga de Deus, o Parlamento Estudantil deverá funcionar como uma plataforma de reflexão crítica e participação cidadã, permitindo que os jovens apresentem ideias e recomendações concretas para a melhoria das políticas públicas e para o fortalecimento das instituições democráticas.

O responsável considera que a iniciativa poderá contribuir para o desenvolvimento do espírito crítico, do sentido de responsabilidade e da cultura democrática entre os estudantes, ao mesmo tempo que reforça o diálogo entre a juventude e os órgãos do poder legislativo e executivo. “A juventude não pode ser apenas espectadora dos acontecimentos nacionais. Deve assumir-se como protagonista na construção de uma Angola mais justa, inclusiva e desenvolvida”, sustenta o dirigente político.

Para Ndinga de Deus, o Parlamento Estudantil representaria ainda um importante instrumento de mobilização intelectual e patriótica, capaz de aproximar os jovens dos centros de decisão e de prepará-los para futuras responsabilidades na vida pública.

A proposta surge num contexto em que vários sectores da sociedade defendem uma maior inclusão da juventude nos processos de formulação de políticas públicas, numa altura em que os jovens representam uma parcela significativa da população angolana. “Investir na participação estudantil é investir no futuro de Angola, porque os jovens de hoje serão os líderes e os condutores dos destinos da nação amanhã”, concluiu.

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Romão de Jesus

Redactor do Elite Post  ·  06 de Junho de 2026

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